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  Diretor adjunto da Conectas discute superlotação dos presídios com repórteres do futuro
Ruam Oliveira | OBORÉ
  13/10/2017

Turma do IV  Curso de Informação sobre Jornalismo e Direitos Humanos em evento no último sábado, 28/10. Foto: Ruam Oliveira / OBORÉ 

O colapso do sistema prisional brasileiro e a superlotação dos presídios foi tema de discussão na manhã deste sábado, 28/10, em coletiva de imprensa com estudantes do IV Curso de Informação sobre Jornalismo e Direitos Humanos, módulo do Projeto Repórter do Futuro realizado pela OBORÉ, Conectas e Abraji.
 
Para Marcos Fuchs, diretor adjunto da Conectas, a superlotação de celas é um dos problemas mais sérios no sistema prisional. Associado a isto está o alto número de prisões e, segundo ele, o que leva a estes índices elevados é uma “política errada”. “Acham que privação de liberdade vai corrigir alguém”, disse. Ele aponta que 70% das pessoas que hoje estão presas não deveriam estar no sistema prisional. O Brasil está atualmente em quarto lugar no ranking de maior população carcerária do mundo, com 607.700 presos de acordo com dados do Ministério da Justiça.
 
Massacre do Carandiru
 
Em 02 de outubro de 1992, 111 presos foram assassinados em um massacre no centro de detenção do Carandiru. O  episódio foi estopim para o nascimento de uma das maiores facções do crime organizado no Brasil: o PCC.  
 
Fuchs relembrou que, na ocasião do massacre do Carandiru havia 9 mil presos no pavilhão que tinha capacidade para apenas 3 mil. Esta superlotação é quadro recorrente na maior parte dos presídios brasileiros. “Não existe um CDP (Centro de Detenção Provisória) com menos de 1500 presos”, disse. Os CDPs, por exemplo, possuem capacidade para abrigar de 500 a 840 internos, como é o caso da unidade de Piracicaba.
 
No próximo encontro, os estudantes deste módulo irão discutir o papel do Brasil na ONU e OEA com a coordenadora de política Externa da Conectas, Camila Asano.


IV Curso de Informação sobre Jornalismo e Direitos Humanos
Próximos encontros:
 
11/11 | 9h às 14h
Qual o papel do Brasil na ONU e na OEA?
Camila Asano, coordenadora de Política Externa
 
25/11 | 9h às 14h
Encontro de Confraternização e Avaliação
Avaliação do curso, desempenho dos alunos e entrega de certificados
 
Realização
Conectas Direitos Humanos
OBORÉ Projetos Especiais
Abraji – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo
IPFD – Instituto de Pesquisa, Formação e Difusão em Políticas Públicas e Sociais
 
Apoio
Escola da Cidade
SINPRO-SP – Sindicato dos Professores de São Paulo
 
MAIS INFORMAÇÕES
Tel. (11) 2847.4567
www.obore.com
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