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  1ª pesquisa sobre o impacto da violência na vida dos brasileiros deve ser lançada no segundo semestre de 2013
Texto: João Paulo Brito e Camila Moura/ Fotos: Nivaldo Silva
  04/03/2013


Pela primeira vez, o Brasil terá um estudo que, em âmbito nacional, vai ouvir a população sobre suas condições de vida, fatores de risco e percepções de segurança para avaliar o impacto da violência em seu dia a dia.

Produzida pelo Instituto DataFolha, com consultoria do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP), “a 1ª Pesquisa Nacional de Vitimização deverá ser lançada no segundo semestre deste ano”, afirmou Alessandro Janoni, diretor de Pesquisa do DataFolha, durante a segunda conferência de imprensa do 6º curso Descobrir São Paulo – Descobrir-se Repórter, realizada neste sábado (2), na Câmara Municipal.

A iniciativa, anunciada em julho de 2010, é da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, em parceria com o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Justiça, durante sete meses foram realizadas cerca de 70 mil entrevistas em 300 municípios com mais de 15 mil habitantes em todos os estados brasileiros.

“O DataFolha deve entregar seu relatório em março ao Ministério da Justiça e a partir daí quem vai decidir sobre a divulgação dos dados é o Ministério”, explicou Janoni.

Saiba mais:

MJ: Pesquisa Nacional de Vitimização

DataFolha: Pesquisa Nacional de Vitimização

MJ quer ouvir a percepção da população


A importância de conhecer e interpretar os dados

Comum em outros países, como nos EUA, além de servir ao governo de subsídio para a criação de políticas públicas de segurança, a pesquisa nacional de vitimização serve para os jornalistas investigarem de forma mais precisa a incidência de crimes em diferentes grupos sociais.

Para Evandro Spinelli, repórter da Folha de S.Paulo, que também participou neste sábado da conferência do módulo sobre São Paulo do Projeto Repórter do Futuro, é fundamental para o jornalista saber onde localizar os dados sobre a cidade e, sobretudo, conseguir cruzá-los e interpretá-los.

“O Brasil não tem uma cultura de dados, mas com a Lei de Acesso à Informação isto já está mudando. Existem diversas bases de dados e a tarefa do bom repórter é fazer uso delas”, afirmou Spinelli, que coordenou os cadernos DNA Paulistano.

Entre os mais de 100 mil dados já disponíveis sobre São Paulo, Evandro Spinelli sugere as seguintes fontes de consulta:

Censo 2010 do IBGE – mais importante levantamento brasileiro

SEADE – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – Além de produzir pesquisas, faz análises de levantamentos de outras fontes, como o Censo.

Calendário de Indicadores Conjunturais do IBGE – Calendário que divulga a data prevista para lançamento de diversos indicadores.

DataFolha – Levantamentos estatísticos diversos.

DNA Paulistano 2012 – Um dos mais completos levantamentos sobre a cidade de São Paulo.

Pesquisa Origem e Destino 2007 do Metrô – Diagnóstico da mobilidade urbana em São Paulo, realizada pelo Metrô, CPTM, EMTU, SPTrans e CET.

Dados de trânsito da CET - - Estatísticas sobre trânsito

Maplink - Estatísticas sobre trânsito

CGE – Centro de Gerenciamento de Emergências - Informações sobre enchentes.

SSP – Secretaria de Segurança Pública – Todo dia 25, informe dados sobre a violência em SP.

Câmara Municipal - Orçamento do Legislativo paulistano.

SP2040 – A cidade que queremos – Estratégias de longo prazo para o município de São Paulo.

Prefeitura Municipal e subprefeituras

 

Confira a apresentação de slides de Alessandro Janoni sobre o DNA Paulistano.

Confirma a programação completa do curso aqui.

Sobre o curso

6º Curso Descobrir São Paulo – Descobrir-se Repórter, que integra o Projeto Repórter do Futuro, é organizado pela OBORÉ Projetos Especiais em Comunicações e Artes em parceria com a Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo e ABRAJI – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, e conta com o apoio do SINPRO/SP – Sindicato dos Professores de São Paulo, Cátedra UNESCO de Comunicação, Hospital Premier/MAIS – Modelo de Atenção Integral à Saúde, Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, IPFD – Instituto de Pesquisa, Formação e Difusão em Políticas Públicas e Sociais, Matilha Cultural, NH Photos – Nivaldo Silva, KBR TEC Soluções Online e da Coordenação dos principais Cursos de Jornalismo de São Paulo: ECA/USP – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, Faculdade Cásper Líbero, PUCSP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Universidade Metodista de São Paulo e Universidade Presbiteriana Mackenzie. As revistas Brasil Atual, Caros Amigos, Fórum, Imprensa, Le Monde Diplomatique Brasil, Piauí, Samuel e o blog “O Xis da Questão – Mídia, Jornalismo e Atualidade” do Professor Chaparro também emprestam seu prestígio a esta iniciativa e colaboram de diversas formas para seu êxito.

 
 
 
   
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